Aquele da Loish

Pra hoje, o trabalho de Lois Von Baarle – a Loish, alemã de 28 anos que estudou animação em Ghent, na Bélgica e agora é freelancer em ilustração e animações. Já tem um tempo que estou acompanhando o trabalho dela, mas só agora caiu a ficha que ela não é exatamente conhecida (dados da pesquisa: da minha lista de amigos, apenas 2 já curtem a página). Confere aí algumas coisas que selecionei da bela:

 

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Vocês podem encontrar a página dela no facebook sobre o título simples de Loish e ver mais criações, ou comprar se quiserem, no site-galeria http://www.loish.net/

Aquele do Santani

Sim, mais um post com nome de artista. E esse é dos feras, viu? Ele criou uma série de animais psicodélicos que lembram filhotes de Stich, coelho, unicórnio, raposa, mico leão dourado, leopardo e coruja. E aqueles bichinhos de Madagascar – o filme. Ficou curios@? Dá uma olhada nesses aqui:

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Infelizmente (ou felizmente pro bolso dos papais e mamães por aí), o criador desses monstrinhos mais fofos do mundo não vende pra fora. É, vamos ficar na vontade – ou pelo menos eu vou.

Temos que pegar, pegá-los eu tentarei… Pokemon!

Aquele de um ano

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Parabéns pra você!

Happy b-day to you!

Joyeux anniversaire!

Feliz cumpleaños!

Confesso que nem estava lembrando (que exemplo, hein? rs), mas o próprio blog me deu o aviso!

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Então, nesse caso, um salve pra minha querida plataforma da escrita! Alguém se oferece pra fazer o bolo? Eu levo o guaraná!

E bora pra mais um ano com mais posts e mais interação!

Vejo vocês por aqui,

Beijões, queridos!

Image(sim, tô idiota felizona com esse atraso de vida que é o MomentCam! hahaha)

 

Aquele do Brilho Eterno

Tirando o atraso.

Muitos de vocês já devem conhecer aquele espetáculo de filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, uma das raras oportunidades de ver o Jim Carrey sem deformar seu rosto numa careta.

Para os que não conhecem, imaginem a seguinte realidade: é possível apagar, seletivamente, suas memórias. Um episódio traumático, uma fase da vida, ou até mesmo… Uma pessoa.

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Em julho desse ano, Brilho Eterno completará seus 10 anos. Mas como sou ansiosa, adiantei o post. Espero que gostem.

Então me lembrei de um artigo que li no site da Superinteressante, que não é novo (outubro/2012), mas me parece ser pouco conhecido. Acontece que aquela ideia surreal do filme, de apagar memórias, já é possível – embora ainda não seja acessível.

O neurocientista naturalizado americano Karim Nader percebeu que os neurônios, além de interagir entre si, precisam de algo mais para regravar uma memória. Esse algo mais de que falei vem a ser uma proteína, chamada PKMzeta, como descobriu depois um outro neurocientista, Todd Sacktor, da Universidade Columbia.

Grosso modo, se essa proteína é bloqueada enquanto nos lembramos de algo, essa memória não é regravada – e se vai, mesmo depois da proteína voltar a ser liberada.

Porém, a PKMzeta é um tanto radical. Ela destrói a memória. Ainda há pesquisas para encontrar proteínas ainda mais específicas, que possam, por exemplo, no lugar de memórias, retirar as emoções associadas a elas. Você se lembraria do incêndio que houve na sua casa, na infância, mas sem ficar angustiado e nervoso em todo lugar que encontra velas.

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E nesses aspecto, os cientistas da McGill University e Harvard Medical School descobriram um método, bastante simples até, de modificar memórias sem destruí-las. Com o propanolol. Remédio pra pressão alta. Isso porque ele inibe a norepinefrina, um importante neurotransmissor. Assim, ele interfere na consolidação da memória, retirando sua carga emocional.

O toripamato, por sua vez, remédio para convulsões, inibe o neurotransmissor glutamato, que age no hipocampo, peça chave do sistema límbico. Foi o que disse a Universidade Federal de São Paulo (pois é! O Brasil também está nessa.) Com ele, seria possível diminuir os pensamentos repetitivos acerca de um acontecimento que deixe alguém emocionalmente abalado.

O estresse pós-traumático afeta 420 milhões de pessoas, manifestando-se na forma de ansiedade ou depressão. Um medicamento que modificasse, retirasse ou amenizasse aquela memória melhoraria a qualidade de vida de muita gente!

Mas claro que há objeções. Afinal, para muitos, escolher esquecer é um problema da bioética. É correto apagar os registros de alguém? Em quais situações isso seria permitido? E mesmo em termos jurídicos, isso iria repercutir. Uma testemunha que escolha esquecer não pode depor. Ou um criminoso que decida não se lembrar do crime cometido, estará num sério problema, visto que para a sociedade, por mais que ele não se lembre, aquilo ainda aconteceu.

E você, o que faria?

BD750744FC9B127B-D73EF47BBC3CF649Obrigada 🙂

Aquele do BGA

Olá leitores do meu coração!

Vamos começar com as explicações, porque pode ser que alguém tenha percebido que tem um mês que o Como isso afeta o meu dia não tem nada novo. Acreditem, não é por falta de ideias.

Acontece que o meu bebê computador surtou, uns tempos atrás. Do na-da. Estava vendo 10.000 AC na Netflix quando, de repente, o pc teve um derrame!

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Piscou umas duas vezes e em seguida – puf! – ficou com a tela preta. Não desligada, mas preta, entendem?

Só aparecia, em piscadelas, quando eu o reiniciava e quando acionava o comando ctrl + alt + del. E mesmo assim, por menos de um segundo, eu diria.

Era início do feriado (sim, de carnaval ainda), então o jeito era esperar. E dá-lhe paciência…

Passaram-se os dias e o meu filhote foi pro médico, na Master Informática. Teve que ficar internado durante duas semanas inteiras.

E isso que ele já estava passando mal em casa antes.

Então, o curandeiro deu seu primeiro diagnóstico: o problema estava na tela. Ficamos na fila de espera para a chegada do novo órgão.

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Assim que chegou, foi feito o transplante, que embora bem sucedido, não resolveu o problema.

Meu primogênito continuava em coma.

Daí, após uma série de exames laboratoriais, o Dr. Maurício chegou conclusão que queríamos evitar:

O problema era congênito. O BGA, peça integrante da placa mãe, havia soltado alguns dos seus pontos de solda.

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Ele teria que passar por mais cirurgias. Uma, a laser, para retirar a peça e outra para recolocar no lugar com os encaixes perfeitos e reforçados com um marca passo de chumbo, para substituir seu coraçãozinho original de estanho.

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Depois disso, hoje foram os últimos exames da clínica e ele teve alta. Mas foi por pouco.

Agradecemos os cuidados e voltamos pra casa.

Ele já está voltando à rotina normal, se recuperando do trauma. E eu também.

No mais, estávamos com saudades!

Um beijo pra vocês 😉