Aquele do GoT anos 80!

Por Mike Wrobe, disponíveis para venda, os nossos queridos personagens com trajes e penteados, ahm… Diferentes, hehe. (Umas coisas meio “faz lembrar o que eu vestia quando criança”, rs. Adorei)

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E pra comemorar o segundo episódio – que vi com tantos salves e urros de bravo!: Adeus, Joffrey. Sentiremos saudade (dessa cena)!

 

 

 

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Aquele do Brilho Eterno

Tirando o atraso.

Muitos de vocês já devem conhecer aquele espetáculo de filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, uma das raras oportunidades de ver o Jim Carrey sem deformar seu rosto numa careta.

Para os que não conhecem, imaginem a seguinte realidade: é possível apagar, seletivamente, suas memórias. Um episódio traumático, uma fase da vida, ou até mesmo… Uma pessoa.

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Em julho desse ano, Brilho Eterno completará seus 10 anos. Mas como sou ansiosa, adiantei o post. Espero que gostem.

Então me lembrei de um artigo que li no site da Superinteressante, que não é novo (outubro/2012), mas me parece ser pouco conhecido. Acontece que aquela ideia surreal do filme, de apagar memórias, já é possível – embora ainda não seja acessível.

O neurocientista naturalizado americano Karim Nader percebeu que os neurônios, além de interagir entre si, precisam de algo mais para regravar uma memória. Esse algo mais de que falei vem a ser uma proteína, chamada PKMzeta, como descobriu depois um outro neurocientista, Todd Sacktor, da Universidade Columbia.

Grosso modo, se essa proteína é bloqueada enquanto nos lembramos de algo, essa memória não é regravada – e se vai, mesmo depois da proteína voltar a ser liberada.

Porém, a PKMzeta é um tanto radical. Ela destrói a memória. Ainda há pesquisas para encontrar proteínas ainda mais específicas, que possam, por exemplo, no lugar de memórias, retirar as emoções associadas a elas. Você se lembraria do incêndio que houve na sua casa, na infância, mas sem ficar angustiado e nervoso em todo lugar que encontra velas.

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E nesses aspecto, os cientistas da McGill University e Harvard Medical School descobriram um método, bastante simples até, de modificar memórias sem destruí-las. Com o propanolol. Remédio pra pressão alta. Isso porque ele inibe a norepinefrina, um importante neurotransmissor. Assim, ele interfere na consolidação da memória, retirando sua carga emocional.

O toripamato, por sua vez, remédio para convulsões, inibe o neurotransmissor glutamato, que age no hipocampo, peça chave do sistema límbico. Foi o que disse a Universidade Federal de São Paulo (pois é! O Brasil também está nessa.) Com ele, seria possível diminuir os pensamentos repetitivos acerca de um acontecimento que deixe alguém emocionalmente abalado.

O estresse pós-traumático afeta 420 milhões de pessoas, manifestando-se na forma de ansiedade ou depressão. Um medicamento que modificasse, retirasse ou amenizasse aquela memória melhoraria a qualidade de vida de muita gente!

Mas claro que há objeções. Afinal, para muitos, escolher esquecer é um problema da bioética. É correto apagar os registros de alguém? Em quais situações isso seria permitido? E mesmo em termos jurídicos, isso iria repercutir. Uma testemunha que escolha esquecer não pode depor. Ou um criminoso que decida não se lembrar do crime cometido, estará num sério problema, visto que para a sociedade, por mais que ele não se lembre, aquilo ainda aconteceu.

E você, o que faria?

BD750744FC9B127B-D73EF47BBC3CF649Obrigada 🙂

Aquele do myFFF

Primeiro: FFF = french film festival.

Ajudou a entender do que se trata, né?

Começa hoje o festival anual de filmes franceses, longas e curtas metragens, em competição. Eles estão disponível para locação no próprio site e serão votados por jurados e por internautas.

A lista desse ano possui Augustine, Mariage à Mendonza, Comme un lion, Le jour des corneilles, Mobile Home, Pauline détective, J’enrage de son absence, Au galop, La fille du 14 juillet, La vierge les coptes et moi. Todos esses, longas, serão alugados por 1,99 euros cada, enquanto os curtas estão por 0,99 euros. Há também a possibilidade de se alugar um pacote com todos os filmes em competição, por 15,99 euros. E além disso pacotes com todos os longas ou todos os curtas.

Para os amantes do cinema francês, eis uma oportunidade e tanto.

E para os que curtem mas não querem desembolsar nenhum tostão, os bacanas ainda deixaram de lambuja o filme Les Parapluies de Cherbourg (Os Guarda-Chuvas do Amor- ai que bregaaaaa!)

Mais informações no site: http://www.myfrenchfilmfestival.com/pt/

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(cartaz do ano passado)

 

Aquele dos filmes da minha infância

Quando lembro do que assistia quando criança, a primeira coisa que me vem a cabeça é a Disney. Mas principalmente os clássicos da Disney, tipo A Pequena Sereia, O Rei Leão, Mulan, Pocahontas, Cinderela… Todos esses que a maior parte das crianças da minha geração assistiu.
Hoje, no entanto, me lembrei de alguns filmes e desenhos específicos que não sei dizer se são comuns às pessoas que cresceram junto comigo, mas que sem dúvida marcaram a minha memória de tal forma que até hoje, depois de anos e anos e anos, quando assisto ainda me vem a mesma sensação.
Um deles é o desenho que está no vídeo – A festa do Pluto. Me recordo de ter um VHS (sim, sou de antes do DVD, meus queridos) com alguns desenhos do Pluto. Não sei mais o nome do compêndio, nem dos episódios, mas ainda me lembro de algumas cenas, como uma do Pluto tentando roubar uma salsicha (ou seria linguiça?) e em outro dele e uma cachorrinha marrom se apaixonando.
Outro menos mainstream que procurei mas não encontrei na forma que assistia em parte alguma foi Heidi – só em português de Portugal, sobre uma menininha órfã suíça que vai morar com o avô ranzinza nas montanhas de pastoreio. Ainda sei cantar a música do filme (“Lar é amor, lar é ter uma família…”).
Fiz um esforço hercúleo, não, faraônico, para encontrar um dos filmes mais malvados que assistia. O esforço é porque me lembrava das cenas mas não do nome do filme. Acabei achando. Tiny Toons: Férias Animadas! Desse eu lembro muito porque a fita não era minha, era do meu primo de idade próxima, Matheus. E era em inglês. Então eu assistia, via as cenas, morria de rir, sem entender uma palavra. Tentarei novamente amanhã mesmo.
Complementando a lista, também achei “Os vilões da Disney” (Mickey’s House of Villains), que fez parte desses filmes, assim como Pokemon 2000, Coragem o Cão Covarde e A viagem de Chihiro me deixam com medo até hoje.
O que quero que entendam é que embora eu tenha visto inúmeros desenhos na TV Globinho a infância inteira, e muitos tenham me marcado de maneiras inusitadas (vide minha história com BeyBlade: confesso minha paixão platônica em rede agora), esses foram alguns que me pegaram naquela fase mais tenra e aberta. Não sei dizer ao certo que idade eu tinha (3, 4, 5 anos? Eu não sei), mas tudo isso me deixa com uma certa saudade. E assistir de novo me dá uma brecha pra me sentir criança por algumas horas outra vez.

 

P.S.: Lembrei de mais um!!! Tom & Jerry – O Filme! Era tão fofinhooooo! ~Me sentindo a Felícia!~

Aquele dos testes de quem você é

Como já disse algum tempo atrás, adoro testes. Quer dizer, esse tipo de teste. Você responde algumas coisinhas bobas e, no fim, há uma revelação estarrecedora sobre o seu ser. hahaha, até parece que esses testes fazem algum sentido.

De qualquer forma, achei alguns interessantes no BuzzFeed, com objetivo de descobrir quem você é na Terra Média, em Friends, em Game of Thrones e entre os vilões da Disney (mua-ha-ha, sou o Scar!).

http://www.buzzfeed.com/ariannarebolini/which-middle-earth-character-are-you

(Um ent. Que chato.)

http://www.buzzfeed.com/jenlewis/which-friends-character-are-you

(Dessa vez, o Joey! Antes o Ross, ou o Gary (?)).

http://www.buzzfeed.com/robinedds/which-game-of-thrones-character-are-you

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http://www.buzzfeed.com/briangalindo/which-disney-villain-are-you

 

Quero ver alguém assumir que saiu com o Joffrey. To pagando pra ver (jk, just kidding, tô pagando pra ver nada não. Só se fosse o Cirque du Soleil).

Aquele do marsmallow

É bem possível que muitos de vocês já conheçam esse vídeo. Alguns já devem até saber de fato do que se trata.
Mas para os que não sabem, esse vídeo é um experimento conduzido na Universidade de Stanford, Estados Unidos, pelo psicólogo austríaco Walter Mischel, no fim dos anos 1960 e início dos anos 1970.
O desafio dado às crianças era o seguinte: elas estariam numa sala com um marsmallow. Se esperassem, poderiam ganhar outro. Se comessem de uma vez, não.
Das 600 participantes, a minoria comeu o doce de primeira. Aproximadamente um terço conseguiu aguardar os 15 longos minutos de espera para ter o segundo doce.
A experiência ajudou cientistas a identificar pela primeira vez partes do cérebro relacionadas à gratificação a longo prazo, que tem grande influência no tratamento de vícios e obesidade.
Anos depois, ao revisitar as pessoas que participaram do evento, ficou claro que os que esperavam e os que não conseguiam resistir se separam em grupos verdadeiramente distintos. Os primeiros se tornaram mais decididos, bem sucedidos e seguros. Os outros tiveram problemas com controle de impulsos, tendo maior índice de massa corporal, consumo abusivo de substâncias e baixa autoestima.
O que deve ficar evidente é que crianças não aprendem autocontrole sozinhas. Elas são ensinadas. E para isso os pais ou responsáveis devem ensiná-las a pensar em ações e consequências. Ensiná-los, desde realmente pequenos, a tomar suas decisões de modo que saibam o que essa decisão implica.
Achei o estudo muito interessante, mas eu teria sido a primeira a comer, assim que a moça fechasse a porta. Só de assistir o vídeo já deu vontade, imagina estando lá? Será que isso implicará na minha persona? O futuro dirá. (Ou eu tentarei mudar isso enquanto há tempo!).

Aquele do felizes para sempre

Já imaginou o que houve com as princesas depois do final da história? Obviamente, as histórias nunca contam tudo.

Dina Goldenstein, em sua série de fotos artísticas Fallen Princesses, imaginou pra nós. Ela recriou cenas das princesas após seu casamento, onde normalmente as histórias acabam, mostrando recortes de uma realidade mais plausível.

Ó, cruel verossimilhança!

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