Aquele do Santani

Sim, mais um post com nome de artista. E esse é dos feras, viu? Ele criou uma série de animais psicodélicos que lembram filhotes de Stich, coelho, unicórnio, raposa, mico leão dourado, leopardo e coruja. E aqueles bichinhos de Madagascar – o filme. Ficou curios@? Dá uma olhada nesses aqui:

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Infelizmente (ou felizmente pro bolso dos papais e mamães por aí), o criador desses monstrinhos mais fofos do mundo não vende pra fora. É, vamos ficar na vontade – ou pelo menos eu vou.

Temos que pegar, pegá-los eu tentarei… Pokemon!

Aquele de um ano

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Parabéns pra você!

Happy b-day to you!

Joyeux anniversaire!

Feliz cumpleaños!

Confesso que nem estava lembrando (que exemplo, hein? rs), mas o próprio blog me deu o aviso!

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Então, nesse caso, um salve pra minha querida plataforma da escrita! Alguém se oferece pra fazer o bolo? Eu levo o guaraná!

E bora pra mais um ano com mais posts e mais interação!

Vejo vocês por aqui,

Beijões, queridos!

Image(sim, tô idiota felizona com esse atraso de vida que é o MomentCam! hahaha)

 

Aquele do Brilho Eterno

Tirando o atraso.

Muitos de vocês já devem conhecer aquele espetáculo de filme Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, uma das raras oportunidades de ver o Jim Carrey sem deformar seu rosto numa careta.

Para os que não conhecem, imaginem a seguinte realidade: é possível apagar, seletivamente, suas memórias. Um episódio traumático, uma fase da vida, ou até mesmo… Uma pessoa.

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Em julho desse ano, Brilho Eterno completará seus 10 anos. Mas como sou ansiosa, adiantei o post. Espero que gostem.

Então me lembrei de um artigo que li no site da Superinteressante, que não é novo (outubro/2012), mas me parece ser pouco conhecido. Acontece que aquela ideia surreal do filme, de apagar memórias, já é possível – embora ainda não seja acessível.

O neurocientista naturalizado americano Karim Nader percebeu que os neurônios, além de interagir entre si, precisam de algo mais para regravar uma memória. Esse algo mais de que falei vem a ser uma proteína, chamada PKMzeta, como descobriu depois um outro neurocientista, Todd Sacktor, da Universidade Columbia.

Grosso modo, se essa proteína é bloqueada enquanto nos lembramos de algo, essa memória não é regravada – e se vai, mesmo depois da proteína voltar a ser liberada.

Porém, a PKMzeta é um tanto radical. Ela destrói a memória. Ainda há pesquisas para encontrar proteínas ainda mais específicas, que possam, por exemplo, no lugar de memórias, retirar as emoções associadas a elas. Você se lembraria do incêndio que houve na sua casa, na infância, mas sem ficar angustiado e nervoso em todo lugar que encontra velas.

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E nesses aspecto, os cientistas da McGill University e Harvard Medical School descobriram um método, bastante simples até, de modificar memórias sem destruí-las. Com o propanolol. Remédio pra pressão alta. Isso porque ele inibe a norepinefrina, um importante neurotransmissor. Assim, ele interfere na consolidação da memória, retirando sua carga emocional.

O toripamato, por sua vez, remédio para convulsões, inibe o neurotransmissor glutamato, que age no hipocampo, peça chave do sistema límbico. Foi o que disse a Universidade Federal de São Paulo (pois é! O Brasil também está nessa.) Com ele, seria possível diminuir os pensamentos repetitivos acerca de um acontecimento que deixe alguém emocionalmente abalado.

O estresse pós-traumático afeta 420 milhões de pessoas, manifestando-se na forma de ansiedade ou depressão. Um medicamento que modificasse, retirasse ou amenizasse aquela memória melhoraria a qualidade de vida de muita gente!

Mas claro que há objeções. Afinal, para muitos, escolher esquecer é um problema da bioética. É correto apagar os registros de alguém? Em quais situações isso seria permitido? E mesmo em termos jurídicos, isso iria repercutir. Uma testemunha que escolha esquecer não pode depor. Ou um criminoso que decida não se lembrar do crime cometido, estará num sério problema, visto que para a sociedade, por mais que ele não se lembre, aquilo ainda aconteceu.

E você, o que faria?

BD750744FC9B127B-D73EF47BBC3CF649Obrigada 🙂

Aquele da Ellen Page

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Hoje todos os noticiários estão com a carinha dela. A fofa da Ellen Page, que ontem, no Valentine’s Day, “dia dos namorados” americano, contou em seu discurso que é lésbica. Ainda não sei se a escolha da data foi coincidência, mas o evento não. Ela estava ali exatamente numa campanha pelos direitos humanos. (Por sorte, ela não estava no Brasil, né? Porque a comissão de Direitos Humanos por aqui é ladeira abaixo e em queda livre.)

A atriz, que tem quase 27 anos apesar da cara de 16 e já está bem grandinha pra se decidir como quiser, disse que já estava cansada de se esconder e de mentir por omissão, num gesto de coragem e bravura. Além de dar suporte à causa das liberdades civis, ela fez do tema um assunto muito pessoal e tocante.

O que nem estranhei tanto é que quando a parabenizamos pela coragem, pela iniciativa de se colocar, muita gente, hoje chamada comumente de reaça, começou com os mimimis mais clichés. Bem do tipo “por que parabenizar alguém por ser gay?”. E aí eu fico mesmo indignada com a falta de bom senso dessas pessoas. Porque as homenagens e mensagens de apoio não são pelo fato de ser lésbica. E sim por ter declarado isso abertamente a um mundo heteronormativo e intolerante.

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Por outro lado, chegou a me espantar a repercussão do assunto. Claro que quando uma celebridade assume ser diferente da regra, costuma-se ter alguma reação, boa ou ruim. São pessoas públicas e suas vidas estão sempre expostas, mesmo no que diz respeito ao que é privado. Felizmente, boa parte dos noticiários em que a vi foi empático e solidário ao retratar o que ela disse. Mas mesmo assim, não consigo assimilar porque é noticiado como algo tão bombástico.

Provavelmente penso assim porque me parece pra lá de absurdo se interessar pela orientação sexual de alguém, só por esse alguém ser famoso. Mais absurdo ainda quando além de se interessar perdoavelmente, ficam mordidos como se fosse uma ofensa. Muito pelo contrário, ofensivo é patrulhar e fiscalizar as escolhas de outras pessoas tratando-as como inferiores só porque são diferentes das que você fez.

Eu devo confessar que essa informação mudou minha opinião sobre a atriz. Mudou sim.

Se antes ela tinha o meu respeito por atuar com maestria, agora ela também o tem por sua personalidade. Bravo, Ellen Page!

E que ninguém te impeça de ser quem você quer ser.

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Aquele de Sochi 2014

Lá vou eu chegando atrasada pro assunto. Bom, nem tão atrasada assim. Na verdade, eu até vi o anúncio do Google, mas não prestei atenção. E não assisto televisão há bastante tempo. Por isso, até hoje mais cedo, ainda não tinha me dado conta de que nesse momento estão acontecendo Olimpíadas! Descobri quando fui checar meu e-mail e havia notícias na página da Yahoo. E achei tão legal que tive que comentar por aqui!

Há poucos dias tiveram início as Olimpíadas de Inverno de 2014 – em Sochi, na Rússia (que me parece um lugar muito adequado para competições de inverno, diga-se de passagem, assim como a Sibéria). Por essa razão, assim como nos anos anteriores isso foi feito, o evento é referenciado como Sochi 2014.

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São 15 modalidades em competição, todas envolvendo neve/gelo e à minha vista riscos enormes de se quebrar nele. Alguns são mais conhecidos, como ski, hockey e patinação artística. Outros, como o luge, biatlo ou skeleton, já não são tão populares – embora em por isso sejam menos interessantes (até mesmo o curling, com toda a sua bizarrice).

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O skeleton, por exemplo, que eu não conhecia, me impressionou muito! Pela velocidade, pelo risco e por parecer imensamente divertido. Fiquei me mordendo de vontade.

Também assisti duas apresentações de patinação artística. A da Yulia, agora conhecida como menina prodígia russa, que ganhou o ouro tendo apenas 15 anos apresentando sua coreografia com a música tema do filme A Lista de Schindler.

A outra foi a americana Ashley Wagner, que apresentou, esplendorosamente, Shine On You Crazy Diamond (que é UM clássico do Pink Floyd, e não dois, se é que me entendem  http://globotv.globo.com/sportv/sochi-2014/v/ao-som-de-pink-floyd-americana-ashley-wagner-marca-6310-pontos-na-patinacao-artistica/3134626/)

As competições vão até dia 23, quando ocorrerá a cerimônia de encerramento. Até lá, ainda há muito o que se ver! Ficam pra nós o cronograma e o site oficial do evento pra conferir a quantas anda. E eu, que não sou atleta nem aficionada por esportes, vou passar os próximos dias assistindo essas performances brilhantes.

ImageE uma prévia pra quem quer saber o que esperar:

sochi-googleAh! E por favor, se alguém descobrir onde assistir ao vivo online, eu ainda tô procurando!

 

Aquele do Exobrain

Sabe quando a gente tem aquela brainstorm, ou tempestade de ideias pros que preferirem, e não sabe como linkar os tópicos?

Ou quando precisamos nos orientar para unir ideias relacionadas mas não conseguimos definir qual é sua relação – direta ou indireta, essencial ou não importante, principal ou secundária, etc.?

É muito comum, pelo menos comigo, ficar um pouco perdida quando começo algum novo projeto. Aparecem várias ideias e elas se perdem com a mesma rapidez com que vieram. (Easy come, easy go). E mesmo quando consigo me lembrar e recuperar alguns desses pensamentos, ainda ficam desconfigurados, disformes… Como se faltasse uma cola que os ligue.

Mas descobri um site, que pelo que pude perceber não é muito conhecido, ao menos por aqui. E ele realmente ajuda a organizar os pensamentos, ao colocá-los no papel. Ou melhor, na tela.

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O nome é, como o post já disse estragando a surpresa, Exobrain. É free, facílimo de usar e tem uma interface muito agradável aos olhos (porque ninguém aguenta programas bons com cara de viral).

Basicamente, cria-se um tópico central, que é o título do seu mapa organizacional, e a partir dele outros tópicos e sub-tópicos e sub-sub-tópicos até estar satisfeito com a disposição dos temas. Fica apresentável, organizado e simples.

É isso! Bom proveito, pessoas criativas!

https://www.exobrain.co/

Bisous

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Aquele do Coursera

A priori, pensei em escrever direto sobre os MOOC’s, mas como  só conheço de perto o Coursera, vou fazer uma propaganda sem ganhar comissão. 🙂

Você talvez já conheça a sigla, Mooc: massive open online course. Ou seja, um curso online de registro aberto para muitos alunos ao mesmo tempo. É nesse sistema que a plataforma Coursera trabalha, com diversos cursos à longa distância.

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Além de ser fácil se inscrever, há uma infinidade de cursos a ser feitos! Especialmente se você estiver confortável no inglês. Mas pra quem não está, ainda há vários cursos com legenda. Só é mais difícil porque para ativá-las, você precisa baixar o arquivo da aula, em lugar de simplesmente assistir online.

Eu mesma estou inscrita em alguns e já terminei outros poucos. No momento, o que está em alta comigo é o curso de Cálculo 1, ministrado por professores da Universidade de Ohio. Confesso que cheguei achando que aprender matemática em inglês fosse ser problemático. Entretanto, me surpreendi ao perceber que não dificulta nem um pouquinho mais. Comparando com alguns dos outros cursos, é até mais fácil, já que é todo ilustradinho e posso acompanhar as contas passo a passo.

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Para fazer qualquer desses cursos você não paga absolutamente nada. Nem para se inscrever. Claro, isso se você quiser só aprender, pois alguns cursos oferecem certificados reconhecidos pela universidade de origem. E não são nada humildes essas origens! Edinburgo, Ohio, Leiden, Caltech, Toronto… Aí sim, para ter um desses, você precisa pagar e fazer um tipo especial de assinatura do curso.

O preço é de US$ 49 – algo em torno de R$ 115. É, também achei carinho. Mas se pensar bem, não é nem tão diferente dos  tantos cursos e simpósios e seminários que contam com gastos de viagem, acomodação, alimentação e o próprio preço do evento.

E como é que eles vão saber que fui eu mesma que fiz o curso? rs. Espírito de malandro é foda, né? É só ver uma brecha que já começa a pensar em burlar o sistema. Pensando nisso, para quem assina o curso visando o certificado, há um “rastreamento” do aluno baseado na sua digitação. Segundo a explicação dada no site, cada pessoa possui seu próprio ritmo, força e outras características próprias em sua forma de digitar. Uma forma bem melhor que ter que ser vigiado assistindo às aulas via web-cam, na minha opinião.

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A novidade do site, que começou agora mesmo no início de 2014, são as especializações. Um conjunto de cursos temáticos com assunto geral comum, isto é, são os mesmos cursos que já havia antes, só que agora o reconhecimento não é apenas individual, mas pode contar como não apenas um curso online, e sim uma especialização. Nomenclatura burocrática, em resumo. Pesa um cadinho mais no currículo, só isso.

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Então, pra quem gostou e quer ir lá dar uma olhada e ver se tem algo interessante na sua área (de interesse, não necessariamente de trabalho) – e vai ter, é só entrar em https://www.coursera.org/

Um abraço!