Aquele do Yoga for Dummies

Então acontece que eu tenho, de longa data, interesses gerais em yoga e outras formas de vida fitness. Ate cheguei a praticar com uma turma na universidade, quando era criança. Mas depois passou, a correria aumentou, como é de se esperar, e o yoga ficou pra trás. Mas a vida dá voltas, e de uma forma ou de outra, me reaproximei desse tipo de atividade. Pratiquei Aikido, arte marcial oriental, por dois meses, até que meu professor foi embora. Depois disso, entrei para o Muay Thai, que ainda estou aprendendo, mas sentindo uma pontada de falta da parte “filosófica”, da paz, que essas outras atividades traziam, e que não é o foco do boxe tailandês. Até que eu resolvi recomeçar a usufruir dos benefícios que o yoga traz, coisa que só se pode fazer praticando-o. Procurei alguns sites, baixei um livro no meu kindle, olhei alguns vídeos no YouTube e o fato é que estou de volta!Yoga-For-Weight-Loss-For-Beginners-A-Step-By-Step-P-73054-b92a67e37b45f22b5ab0

Ontem assisti um filme, de 2002 – old haha, da série “for dummies“, ou “para leigos”, em português. Bom, pra ser precisa, Yoga for Dummies. No filme, a instrutora Sara Ivanhoe explica em detalhes como fazer o Daily Dozen – ou, em tradução livre, “os doze diários”. No caso, são as doze poses de yoga, recomendadas para iniciantes, de fácil realização (dá pra fazer com pouco espaço, em casa), que teoricamente deveriam ser feitas todos os dias. Gostei bastante. Mesmo! Fiz ontem, hoje, e espero continuar fazendo até que isso seja pouco desafiador, embora eles repitam religiosamente que “yoga não é uma competição, nem com você mesmo”, rs.

O resumo da obra são as seguintes imagens, realizadas cada uma pelo tempo de seis inspirações e expirações lentas.

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1. O Raio, ou A Cadeira.

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2. O Guerreiro

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3. O Triângulo

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4. “Wide leg standing forward bend”

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5. “Low Lunge Twist”

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6. O Cachorro olhando pra cima

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7. O Golfinho

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8. A Vaca

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9. “Wide leg seated forward bend”

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10. A Borboleta inclinada

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11. Supino torcido

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12. Relaxamento final (com direito a cinco minutos, invés de 6 respirações 😉 )

Espero que aproveitem, como eu tenho aproveitado. É uma delícia se sentir alongado, relaxado… E sorry pelo tempo sem postar, se é que alguém reparou hahaha!

Também está super recomendado o canal The Yoga Solution With Tara Stiles, que tem 5 horas de playlist com sequências de yoga. Divirtam-se!!! Abaixo, o vídeo da sequência que escolhi pra hoje. Tranquilinha né? Vai nessa… Hehe! Até (:

Aquele com as cores fantasia

Alguns dias atrás uma amiga perguntou se podia fazer uma entrevista comigo e mais duas amigas, sobre pintar o cabelo. Tudo correu bem, sobrevivemos à câmera e ao microfone, e até treinamos um pouco pra não ficar gaguejando na tela. Das três entrevistadas, eu era a única com cabelo “normal”, e por normal quero dizer cabelo com cores que se veem mais frequentemente.

As outras duas, Regina e Camila, tinham cabelos lindos com cores fantasia. Sabe o que é isso?

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Dá só uma olhada no cabelão lindo da pessoa da foto logo acima. Esse cabelo é um exemplo de cor fantasia, que está cada vez se popularizando mais, especialmente (mas não só) entre as jovens. O que é bacana nesse estilo é que você pode criar várias tonalidades e combinações, dependendo de quanto do cabelo quer pintar, com quantas cores, etc.

Já é muito comum vermos pessoas que pintam só as pontinhas do cabelo com essas cores vibrantes, o que é sensato no sentido de que caso venha a se arrepender, é só cortar as pontas. Mas ainda se vê, com menos frequência, pessoas com o cabelo inteiro colorido (como os das duas meninas que foram entrevistadas junto comigo).

Fiquei curiosa e tentei descobrir como é o processo para ter o cabelo – ou parte dele – nessas cores. Aparentemente, a parte mais complicada do processo é a descoloração. Primeiro, porque tem a fama de estragar o cabelo, deixá-lo muito ressecado. E segundo porque se não for bem feita deixa o cabelo amarelo ou até mesmo manchado. Para isso, há vários tutoriais no Youtube sobre como descolorir, e eles são muito enfáticos ao notar que o processo requer cuidados específicos, como não começar pela raiz, fazer o teste de sensibilidade, não extrapolar o tempo, entre outras cositas bem básicas (quem pinta o cabelo em casa já sabe que sem luva, não dá).

tumblr_m68s4mLgKF1ryyv4to1_500_largePassada esta fase, é hora de escolher o produto a ser aplicado no cabelo. Existem diversas marcas de tintas coloridas, que podem ser compradas em farmácias ou online. Mas o que faz mais sucesso não é uma tinta especializada para cabelos. É a anilina – aquela mesmo, de pintar madeira.

A vantagem da anilina é que ela é consideravelmente mais barata (o maior preço que encontrei numa busca rápida na internet foi de R$ 5 a latinha, mas costumam girar em torno de R$ 1 a R$ 2). Para usá-la, é só misturar um pouquinho do pó em creme de cabelo e aplicar, deixando reagir pelo tempo necessário. Outra vantagem é que por ser pigmento puro, podem se criar diferentes tonalidades da cor, mudando sua concentração, ou até mesmo cores novas, combinando os pigmentos. Por isso, as cores criadas com anilina são praticamente ilimitadas! Mas cuidado: a anilina mancha, e muito, tudo com que entra em contato. Então estejam a postos luvas, toalha velha, banheiro por perto e nada de dormir na fronha branca depois de pintar o cabelo!

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Apesar de ainda sofrerem alguns preconceitos, as cores fantasia são lindas e colaboram na construção da identidade. Ninguém = Ninguém não é mais só uma música. E à medida que o tempo passa e as gerações se esforçam para superar a anterior, o conservadorismo perde espaço em detrimento de uma liberdade (individual, social, econômica, e até política) crescente.

Hair-Color-Trends-2012-001_thumb[2]Eu estou apaixonada com essas cores! Assim que eu descobrir se serei ou não colocada pra fora de casa se pintar meu cabelo assim, tomo minha decisão.

…Qual cor será que combina mais com meus olhos? rs!

Ah, e deem uma olhada no blog da Regina! Lá ela conta toda a sua saga capilar com as inspirações para cada cor!

http://www.redandhell.blogspot.com.br

Aquele do japa!

Gente, nunca fui fã de comida japonesa não. Aliás, tem muito pouco tempo que aceitei começar a gostar, rs. E mesmo assim, bem aos poucos, bem de levinho. Vai levar uns dez anos até eu querer experimentar um nigiri (=peixe cru).

Ontem, entretanto, a galera reuniu aqui em casa para fazer comida japona. Tínhamos entre ilustres presenças, uma amiga originária da grande ilha asiática de olhinhos puxados para ser nossa grã-cozinheira mestre: Sayaka.

Com ela e o Luis Henrique, aprendi três pratos japoneses, e são muito, muito, muito mais tranquilos de se fazer do que esperava, embora sejam trabalhosos. Onigiri (bolinho de arroz!), Sushi e Hot. Na verdade, o Hot não existe no Japão. Não sei dizer se a origem é brasileira, mas sem dúvida, pra mim, foi um belo de um incremento. (Porque peixe frito é outra história! Nham nham).

Então se alguém quiser aprender, agora eu estou me sentindo a samurai da culinária oriental, a grande panda dos montes de arroz. E começo por aqui apresentando o que aprendi 🙂

A primeira coisa é descascar o peixe. Nós usamos salmão – duas postas foram mais que suficientes para oito pessoas, com muita fartura. Não jogue a pele fora, pois ela pode ser usada no recheio do sushi.

Enquanto um descascava o peixe, outros já haviam começado a preparar o arroz. Fizemos em panela de pressão, com muita água pra ficar mesmo empapado, e sem sal. O molho que tempera o arroz (depois de pronto) é uma mistura de água, vinagre de arroz e açúcar – até que pare de dissolver.

Uma vez que o arroz estava pronto e o salmão descascado, o fatiamos em pequenas tiras que viraram nigiris e recheio de sushi. Há de se ter cuidado para não deixar muitas espinhas.

Ok. Para o onigiri, o grande bolinho de arroz, é só molhar as mãos em água corrente, sujar o dedo no sal e modelar o arroz na mão em forma de triângulo. É só. Sério, é só isso. E comer.

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Para o sushi, é preciso um pouco mais de atenção e paciência. Coloca-se uma folha de alga na esteirinha envolvida em papel filme. Molha-se de leve a folha com o molho do arroz, somente para que ela grude as suas pontas quando enrolada. Então se coloca uma fina camada de arroz até metade da alga, e por cima do arroz o salmão cru e cream cheese. (Claro que se podem testar outros recheios! Sejamos criativos!).

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Então é enrolar a alga com o auxílio da esteira, de modo a obter um grande rolo de sushi, que deve ser cortado em rodelas pequenas, com faca afiada e sem serra (como na foto abaixo).

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Outra opção de recheio para aproveitar a pele do salmão é temperá-la com sal e fritá-la na manteiga. Fica realmente muito gostosa, até mesmo para se comer pura!

E se der vontade de comer o sushi como hot (como eu gosto hehe), é só passá-lo, antes de cortar em rolls, em ovo batido, farinha, ovo batido e farinha outra vez e fritar em óleo quente.

Tudo isso é normalmente servido com molho shoyo. E já estou dominando a arte de comer com hashi (os palitinhos)! Bora tentar? 😀

Obrigada pela experiência, Sayaka, Luis, Kevin, Hugo, Renan, Arthur e Chárbel! Até a próxima!

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Aquele da programação (2)!

***Às vezes funciona, às vezes não. Desculpem por isso, aqui em casa tem funcionado, mas já algumas pessoas vieram me dizer que não conseguiram usar. Ainda vale tentar, (já que às vezes funciona), mas não garanto nada. :/

#fail

 

Há! Falei que iria aprender alguma coisa!

Criei um minigame! :)))

Se alguém quiser testar, é só abrir http://labs.codecademy.com/, clicar em JavaScript, colar (ctrl c + ctrl v) o texto abaixo na tela branca e clicar em Run!

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Divirtam-se!

Ah, e copiem o texto inteiro, ok? Se qualquer sinal faltar, dá errado 😉

console.log(“Bem vindx ao meu jogo!”);
confirm(“Prontx pra começar?”);
var age = prompt(“Qual a sua idade?”);
if (age < 18)
{
console.log(“Ah, não importa! Não vou te impedir de jogar mesmo :P”);
}
else
{
console.log(“Parabéns! Você não precisa da permissão de papai e mamãe para jogar.”);
}
console.log(“Responda sempre Sim ou Não. Outras respostas não funcionam por aqui, ok?”);
console.log(“Papai Noel, Coelho da Páscoa e Fada do Dente estavam numa discussão sobre excluir ou não o Jack Frost de seu círculo social. Você curte o Jack Frost, mas o Coelho da Páscoa é seu banco de chocolate.”);
var jfrost = prompt(“Jack deve ou não ficar?”);
if (jfrost === “Sim”)
{
console.log(“Ok. Você fica sem chocolate e apanha do Coelho da Páscoa, que tem uma bela richa com o metidinho da neve”)
;}
else
{
console.log(“Parabéns! Você valoriza um bom chocolate e sabe que no Brasil não neva!”);
}
var feedback = prompt(“Numa escala de 1 a 10… Quanto fica esse jogo?”);
if (feedback < 9)
{
console.log(“O quê?! Eu me escravizo pra fazer esse jogo e você me dá essa nota? Hum. Espere pra ver!”);
}
else
{
console.log(“Esse é só o começo do meu IMPÉRIO dos jogos! Muahaha!”);
}